sexta-feira, 14 de novembro de 2014

HISTÓRIAS

Quando eu fui morar no sítio da família que ficava na BR 316 Km 15, tive algumas experiências. Conheci uma mulher estranha que morava sozinha no meio do mato onde as pessoas diziam ver a noite ali para os lados da casa dela luzes no céu que iluminavam tudo, ficava que nem dia. Custei a entender o que era que eles viam, porque eles diziam "OS VOADOR", e só quando a outra vizinha explicou melhor o que era, eu entendi. Ela disse: "Vizinha é aqueles bichão redondo que o povo diz de NAVIS ISPECIAIS...num sabi?..."

Ai eu entendi que eram discos voadores e naves espaciais que desciam na clareira do lado do barraco de pau-a-pique dela. Perguntei:
- E tem isso por aqui?
- Ora si tem... Aqui tem di tudo.... O invisivi, o omi di branco - eu conheço os homens de preto - a moça do igarapé, o povo do poço, os incantado... Hiiii muita coisa... Tá assim ó por aqui...

A mulher que fazia contatos com ETs, eu conheci. O tal de "invisível" era uma luz que aparecia na estrada e corria atrás das pessoas. isso eu vi. O homem de branco da estrada, eu também vi. A moça do igarapé... Me contaram, essa eu não vi - nem o povo do poço - só ouvi.
Era muito deserto ali, só mato. O sítio ficava 500 metros pra dentro, longe da pista da BR, e meus vizinhos eram apenas 2 casas. Não tinha eletricidade, e a noite era negra.Não demorei muito por ali não, porque toda noite aconteciam coisas. Eu morava só, e a vizinha mandava o sobrinho dela, um garoto de 14 anos, para ir dormir lá em casa para me fazer companhia, só que o menino dormia mesmo, podiam derrubar a casa que ele não acordava. Não deu pra ficar lá, não que eu tivesse medo, achei que estava me expondo muito com todas essas coisas acontecendo por ali. Agora, o que me fez mesmo sair dali, foi a tal da luz que apareceu na minha porta e parecia passar por ela e projetar seus raios dentro de casa. Abri a janelinha da porta para ver o que era aquilo, e quase não pude olhar de tão forte que era a luz. Era um foco suspenso no ar - era alto do chão - um pouco maior que um  farol de carro, apagou, acendeu, apagou, e pronto, não vi mais nada, nem para onde foi. Fechei a janelinha da porta e acordei o menino. Ele acordou, sentou, e ficou dormindo sentado. No outro dia arrumei as minhas coisas e voltei para Belém. Vim com muita pena de deixar o meu sabiá. Ele caiu do ninho e eu criei ele em uma caixa de sapato onde ele dormia nos flocos de algodão. Foi criado solto, e quando começou a voar passava o dia lá fora, dormia lá fora e de manhã bem cedo vinha comer farelos de pão e mamão na mesa do café comigo, e depois ia embora. Ele ficou lá, cantava muito no final da tarde. 
Logo que eu cheguei em Belém, começou a confusão da luz misteriosa que aparecia a noite e atacava as pessoas. Começaram a chamar o fenômeno de CHUPA CHUPA porque duziam que a luz sugava o sangue das pessoas. Isso estava acontecendo em Colares, uma vila de pescadores, mas as pessoas que moravam nos bairros mais afastados de centro - onde eu moro -  começaram a falar que a luz estava vindo em Belém também, lá para os lados deles. Eu nunca vi, mas acompanhei de perto o terror que isso estava causando. 
Não sei por que, nós temos tanto medo dos extraterrestres, mas acho que é por causa das coisas que contam deles. Até hoje, não sei explicar o que foi isso que aconteceu porque eu não vi a tal luz, e porque também não acredito que os extraterrestres sejam assim tão maus... Nunca acreditei. 
Após esses acontecimentos é que eu fui começar a acreditar na ETneia  porque até então, eu não tinha certeza que ela era mesmo uma ET. Só falavam coisas ruins dos ETs e mostravam aquelas figuras horrorosas e ela não é assim. 

Quando eu vi a Dolores Barrios na internet e a capa da revista UFO 176 tive certeza, porque ou isso é uma raça, ou é a mesma pessoa - ETneia e Dolores... São a cara uma da outra. Isso até me assusta um pouco, pois já faz muito tempo que a Dolores apareceu e ela continua jovem como antes, igual, tanto na reportagem da revista Cruzeiro como na capa da UFO 176 de abril de 2011, pra mim, é a mesma ETneia atual, a mesma pessoa. A selenita - que tem o vídeo aqui no blog - também tem os traços delas,.A selenita parece estar com o rosto inchado, mas a boca lembra muito a boca da Dolores e a da ETneia, não sei explicar, é confuso, parece até que estou falando bobagem, mas para mim ou elas são a mesma pessoa, ou isso é uma raça de ETs, mas que são parecidas, são.
Aqui para a Terra, segundo ela, vieram: capellíanos, andrômedanos, plêiadianos, oranianos, sirianos, arcturianos, plutonianos - que era uma raça negra - e o pessoal de cassiopéia. Se olharmos o mapa do céu, esse pessoal está tudo por ali por perto um do outro. Tem constelações que até dividem as mesma estrelas, como é o caso das Plêiades e Auriga onde fica Capella. Os capellianos ou capellinos e os plêiadianos tem estreitos laços de afinidade. A ETneia diz que eles deram descendência aos faraós, mas ela não tem cara de faraó, talvez tenham sido feitas misturas com outras raças, porque os faraós tinham o cranio alongado para cima e são chamados de HOMO CAPENSSIS. Como as misturas foram muitas, talvez seja o povo do Egito a descendência deles e não os faraós. Os faraós eram um povo muito esquisito, tinha até gente verde entre eles. O Osiris era verde, e que eu saiba não nasceu nenhum terráqueo verde até agora. E ela já explicou - eles eram preparados para serem deuses e por isso seus crânios eram alongados, isso para fazerem a diferença do povo e ficarem mais bonitos. Diz ainda ela que alguns nativos aqui na terra ainda usam essa técnica de alongar os crânios. Vou procurar isso para mostrar para vocês. Aguardem.

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