Eu quase não entro na Internet
porque já não enxergo direito e parei de pesquisar, porque a luz do computador
me incomoda muito. Leio livros com a lupa, estudo com a lupa, pesquiso assuntos
diversos dos relatórios que o Ofiúco me manda, com a lupa. É ele que “bloga” o
que eu mando escrito, dito ou peço pra ele pesquisar. O fato de eu não ir para
a internet, não me deixa desatualizada nem por fora do que acontece porque,
além da Etnéia e do Ofiúco, tem pessoas que vêm à minha casa ou me ligam pra
comentar assuntos que viram, que souberam, e essas conversas me deixam informada sobre
tudo o que acontece por aí.
O assunto agora foi saber sobre
uma pessoa que construiu um foguete em sua garagem e chamou a atenção da NASA. O Ofiúco vai contar pra vocês a história que
ele pesquisou.
Olá, então vou contar a história,
que me chamou bastante a atenção, por já termos mencionado a esse respeito aqui
no blog. Em entrevista a um pesquisador de um projeto americano que luta pelo descortinamento acerca de OVNIS e governo americano, este engenheiro contou que desenvolveu, nos
anos 70, um foguete com propulsão inovadora, na época.
Ele foi tão inventivo e competente no
que desenvolveu, em sua própria garagem e com poucos recursos, que a NASA o
observou e deu um jeito dele ingressar em programas governamentais de pesquisa
em física e engenharia de foguetes. Pouco tempo depois, ele se viu em um
programa secreto da Área 51, sendo apresentado a um motor enorme e super moderno que os engenheiros militares não conseguiam fazer funcionar
corretamente. Era um programa secreto de engenharia reversa. Jovens gênios da área de
física estavam ali, a convite do governo, para ajudá-los a compreender aquela
tecnologia. Para sua surpresa, conta o entrevistado, o motor não tinha cabos,
nem fios, nem conexões elétricas que dessem ignição naquele motor. Era muito
avançado e diferente. O metal era sensível ao toque, e ativava-se de alguma
maneira estranha quando tocado. Ao colocar as mãos naquele metal, instantaneamente
ondas de energia limpa e potente ativavam-se, na forma de pequenos tufões de
vento. Os engenheiros militares não entendiam como aquilo funcionaria para
mover uma aeronave. Aquilo era tão diferente, que ele começou a desconfiar,
antes mesmo de lhe contarem, que aquilo não era tecnologia humana, terrestre.
Quando questionou sobre isso, abriram o jogo com ele. Quando ele perguntou onde
estavam a nave e os tripulantes, eles disseram que ele só poderia ver o motor,
naquele momento. Investigando e observando com atenção aquele equipamento, ele
finalmente entendeu, com grande surpresa: não havia fios, porque se tratava de
um motor simbiótico, um motor movido por ondas mentais. A nave era movida (acionada) pelo
pensamento. Ele não conseguiu colocar aquele motor funcionar, até porque não teve muito tempo pra estudá-lo ou testá-lo. Depois que
compreendeu o nível de sofisticação e complexidade envolvidas ali, ele foi tirado
do local. O resto da história eu conto outra hora. Mas termina com ele quase sendo preso, e tendo que sabotar seu próprio projeto pessoal para não colaborar com o projeto secreto. Ele nunca mais pode fazer aquilo que gostava e sabia fazer, nunca mais construiu foguetes.
Eu acho que se ele pegar um
aparelhinho daqueles que já mostramos aqui no blog e que a astronauta
encontrada na Lua estava usando, ele consegue colocar a nave em funcionamento.
Porque, realmente, a Etnéia nos falou que dirige a nave através do pensamento.
Veja aqui no Blog o que ela diz sobre isso. Ela fica conectada à nave através
desse aparelhinho, cujo metal é ouro. O ouro tem extrema utilidade e
"N" funções no Universo. Precisa só saber como interagir com
aparelho, pensamento e nave, para colocá-la em funcionamento, e isso só eles
podem explicar como funciona.


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