sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

LENDO

Hoje, lendo um artigo sobre roupas inteligentes que já estão em testes no nosso mundo, me lembrei do macacão prateado da Etnéia, e das coisas que ela disse sobre isso. A vestimenta serve para protegê-la de tudo: fenômenos atmosféricos, estabilidade e manutenção da temperatura corporal. Seja lá qual for o ambiente em que ela se encontre, o corpo dela, o organismo, não sofre alterações. Ela também fica protegida do contato com a energia da nave, quando ela se conecta a nave para dirigi-la. Quando a mente dela se acopla (conecta) à nave, o macacão fica todo eletrificado, mas ela não sente nada, está isolada de tudo e até mesmo de qualquer radiação.  Através dele, ela se torna uma peça da nave, para fazê-la funcionar. 

O macacão ainda produz uma luminescência, o que a ajuda a se locomover na total escuridão. Há registros por aí de seres luminosos que as pessoas veem nas matas, estradas e em lugares ermos. Vocês já ouviram falar sobre isso? Sobre pessoas totalmente iluminadas, envoltas em uma luz fosforescente, às vezes verde e em outras como se fosse a luz de uma lâmpada florescente, só que fosca, embaçada, não se vendo a criatura, só a silhueta iluminada. 

Então, essas roupas, chamadas “roupas inteligentes”, porque interagem com quem as usam, estão sendo desenvolvidas no laboratório de um instituto de pesquisas canadense, que já desenhou e fez uma jaqueta que emite luz através do calor do nosso corpo. Já tem a jaqueta pronta, mas só em 2020 elas serão lançadas no mercado. 

E eu te pergunto: eles estão ou não estão aqui entre nós, ensinando? De onde o homem da Terra copia essas coisas, essas ideias? São eles que estão entre nós, sempre estiveram, através de nossos cientistas e gênios da humanidade. Por isso a ciência ignora os avistamentos, para não falar a verdade, e desmentem tudo. Mas eles sabem quem são, e onde estão cada um deles. Já existem roupas entre nós que mudam de cor, conforme a temperatura do corpo de quem usa. Por enquanto, nos testes, eles ainda usam monitores sensoriais, embutidos na roupa. O macacão da Etnéia não tem sensores, é o próprio tecido através da energia e calor do corpo dela que faz isso.


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