sábado, 26 de dezembro de 2015

Duas Faces

Eu não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem.

Você com certeza já ouviu falar isso, não? E acredita nelas? Não? Pois olha só essa história, uma história real.

Elas nasceram longe uma da outra, em famílias e lugares diferentes, uma no norte, outra no sudeste, mas alguma coisa muito antiga as unia, um laço de alma, duas faces de uma mesma energia. Luz e sombra, bruxas, é o que eram. A do norte tinha um sonho que se repetia e isso a preocupava. Não conseguia chegar a nenhuma conclusão a respeito desse sonho repetido. Procurou por todos os meios desvendar o sonho, mas alguma coisa impedia isso. O que? Procura daqui, procura dali, e seus meios de informação – tarô, astrologia, runas, cartas ciganas – lhe apontavam o sudeste como o lugar onde estavam suas respostas para desvendar o sonho. Sudeste? Mas o que eu tenho a ver com o sudeste? Nunca fui pará lá, não conheço ninguém lá. O que pode haver comigo no sudeste? Sei lá...


Novamente usou dos seus artifícios (e ela é boa nisso) pra saber o que era isso de sudeste. Nada. Ficou com a pulga atrás da orelha, acionou todos os seus sirimbabos, que são como tulpas, usados para cumprir ordens, só que não são criados, são agregados. Já as tulpas são criadas pela bruxa, são uma espécie de ajudante de ordem, mandou ele faz, pediu ele executa. O sirimbabo é uma pessoa, é um tipo de admirador da bruxa, e se une a ela para ajuda-la e eles podem ser também elemental, exu, criaturas mágicas, enfim... Já as tulpas são entidades criadas pela bruxa, uma forma-pensamento. Então, nem as tulpas, nem os sirimbabos, lhe trouxeram resposta que ela aceitasse. Com seus botões, ou melhor, com seus chapéus – bruxa não tem botão na roupa – ela pensou: “Vou lá! Vou lá no sudeste ver o que é isso.”

E foi pro sudeste, rumo a São Paulo, onde tinha parentes recém chegados. Sim, agora estava lá, mas e aí? Pela janela do apartamento, observava os arredores, aeroporto, praças, prédios, gente pra cá, gente pra lá, nada estranho, tudo normal, nenhum sinal. Pegou novamente seus oráculos adivinhatórios, botou tudo no chão, que a mesa era pequena pra tudo isso. Olha aqui, olha ali, nada! “Ô, diacho! O que é isso, já, rapaz! Não era aqui no sudeste, a história? Então, estou aqui. Cadê?” Levantou, andou pra cá, andou pra lá, olhou de novo... Nada. Recolheu tudo e pegou o jornal – era domingo. Uma notícia sobre uma viagem esotérica lhe chamou a atenção. Ligou, pegou informação e ficou sabendo que a viagem seria guiada por um bruxo, famoso por aquelas bandas. Se inscreveu e foi viajar.

Nada. Não encontrou uma pistazinha sequer do sonho. Voltou chateada e pensou: “quer saber, vou voltar pro norte.” O telefone tocou. Convite para uma palestra lá no espaço do pessoal da viagem. Ela pensou, “é, não custa nada ir, pelo menos não fico aqui tão só, trancada o dia inteiro nesse apartamento.” Foi, chegou atrasada, e olha que bruxa é pontual, mas quando se depende de carona dos outros... Fazer o que? Ela entrou, devagar, pra não atrapalhar a palestra, que já tinha começado. Sentou. A palestrante parou de falar e disse, de costas para os assistentes (estava escrevendo na lousa): “Vocês não imaginam o que acabou de entrar aqui! Ela tem uma aura lilás, linda.” E veio até mim. Pensei, “eu, lilás? Achei que fosse preta.”

Ela parou diante de mim e me contou a minha vida toda, como se eu não soubesse de nada. Fiquei admirada com aquilo, surpresa. Foi de repente, e ela voltou lá pra frente, e continuou a palestra, como se não tivesse acontecido nada. Naquela hora, o sonho voltou à minha cabeça, o sonho era assim:

Eu estava em casa, a minha casa ficava em um buraco, e pra chegar nela, descia por uma escada de madeira bem rude, feita de toras de madeira. Uma jovem vestida em uma túnica cinza chegava e me chamava: "Vamos, vamos, estão te esperando, te apressa! Está tudo se acabando..." Subi a escada e fui com ela, eu estava vestida em uma túnica negra de capuz. Chovia muito, e a água escorria pelo caminho encharcando tudo. Os raios cortavam o céu. As ameaçadoras nuvens negras, que avançavam rolando pelo céu junto com os trovões, estremeciam tudo. Cada raio espocava em um barulho metálico de coisa se partindo. Via as colunas do templo, rachadas, algumas caídas, mas ainda dava para ver que ali era um templo, pelas partes que ainda estavam de pé. As pessoas corriam, gritavam, tentavam se segurar umas nas outras e em qualquer coisa, mas eram arrastadas pelas águas, não se sabia mais o que era mar e o que era chão. A terra tinha sumido. E as águas revoltas, furiosas, e com uma força medonha, invadiam tudo. Corri com a menina pra onde estava um grupo de pessoas segurando umas nas outras, em uma calçada que ainda resistia àquela fúria. Chegando lá, uma pessoa de túnica branca com capuz me estendia mão e me puxava pra cima da calçada, junto com ela. Eu nunca via o rosto dessa pessoa, e esse sonho se repetiu muitas vezes, e nesse dia, ali naquela sala de palestra, eu vi seu rosto... Era o rosto da palestrante.

Após a palestra, ela ficou rodeada com todos querendo falar com ela, era a celebridade do lugar, não dava pra se aproximar, porque chegava um, chegava outro, era abraço, cumprimento... E ela no meio da roda, sorrindo, falando. Depois de algum tempo, ela veio até onde eu estava e simplesmente me disse: “Sim, sou eu.”

“E o que foi aquilo? Atlântida?”, perguntei.  

“Não, Lemúria. Somos irmãs.” E me abraçou.


Lemúria, continente perdido do Pacífico, ali na costa pacífica dos EUA. Onde fica hoje a península da Califórnia, o pedacinho que sobrou do continente da Lemúria. Você acredita em sonhos? Eles são reais, mensagens, com revelações, as quais devemos dar crédito e prestar atenção. Foi por um sonho repetitivo que eu conheci a minha irmã distante e a reencontrei nessa vida, agora, depois de milênios. Acredite nos sonhos premonitórios, e na reencarnação, pois eles existem, e são reais. 


Extinção

Conversando por esses dias com a Etnéia, ela disse:

"Quando nossa estrutura molecular não puder mais ser organizada assim como está, não poderemos mais viver no planeta. Então só nos restará partir.

-- E porque isso acontecerá? -- perguntei.

Ela disse que nós estamos destruindo o planeta, desorganizando tudo, derrubando as florestas, desviando os rios para construir represas hidrelétricas, alagando os povoados, pra construir lagos de apoio a essas represas, poluindo o ar, alterando a química da terra com os fertilizantes, enfim... O homem esquece que ele é natureza, e que precisa dela do jeito que ela é, para sobreviver. Alterando tudo, a humanidade começará a se alterar também, pois já não terá ao seu redor os elementos necessários para manutenção do seu corpo. Não poderemos mais ter essa aparência organizada e a nossa constituição se dissolverá. Para mantermos essa aparência atual, precisamos da Terra como ela era. Do jeito que o planeta está agora, já podemos dizer que estamos com a nossa existência ameaçada. Logo não será mais possível termos a formas que temos. Nós fomos criados, adaptados, ao ambiente do planeta, para vivermos nele. Alterando isso, nos alteramos também.


Fomos semeados aqui pelos extraterrestres e é por isso que eles estão preocupados conosco e vêm aqui buscar suas sementes para a sobrevivência das espécies. Se não alterarmos nossa consciência, corrigirmos nossos erros, se não mudarmos... Logo estaremos extintos.   



sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Um amigo um tanto quanto irreal

Eu já morei no Rio de Janeiro. Morei lá durante dois anos, na Ilha do Governador. Meu pai era militar e a cada dois anos, durante a minha infância e adolescência, morei em lugares diferentes. Aos onze anos de idade morei em Curitiba, onde aconteceram aquelas coisas que já contei aqui: a luz, a bola luminosa rolando no céu, e da pedra que rolava na gaveta, na hora da chuva com trovão. Sempre me aconteceram coisas assim, que eu não sabia explicar, elas aconteciam. 

No Rio de Janeiro, a vila ficava no Morro do Carico, era bem movimentada, as casas todas ocupadas, morava muita gente. Eu morava na penúltima casa, do lado direito de quem subia na vila. A casa ficava no alto, tinha um pé de castanhola que o pessoal chama chapéu de coro, ao lado da casa. E um pé de amora no quintal. Eu estudava à noite, saída de casa cinco e meia da tarde e ia lá pro Castelo, onde ficava o Colégio Pedro II – a Sede. Voltava às 23 horas, ou meia noite. Era longe, uma viagem. 

Na Vila eu tinha uma turma de amigos, nós brincávamos juntos – jovens – fazíamos festinhas e reuniões aos sábados à noite, que não tinha escola no outro dia e podíamos ficar até mais tarde nos divertindo. 

Um dia, que não fui à aula durante a semana, uma das meninas (a Marília) foi lá em casa conversar comigo. Sentamos na escada, em frente da casa, lá em cima. Conversávamos quando passou um rapaz de óculos, a cabeça baixa, olhando para o chão. Ele passou e entrou na última casa, ao lado da minha. Vi quando ele subiu as escadas, abriu a porta e entrou na casa. Perguntei pra Marília: “Quem é esse?” 
– Um cara que mora aí... Ele não fala com ninguém. – Ela me respondeu. 
– Eu nem sabia que morava gente aí, a casa vive no escuro, no silêncio, fechada. 
– Ele mora aí, é seu vizinho. Desconfiado, foge de todo mundo... – Ela comentou. 

Um dia eu ia lá pra casa da Marília e vi o rapaz vindo lá de baixo, entrando na vila. Tive a ideia de esperar ele passar. Fiquei meio escondida no muro e quando ele se aproximou, fiz que estava saindo bem na frente dele. Ai eu disse: “Oi, que susto!
Ele me olhou todo desconfiado, ajeitando os óculos. Estava com os braços cheios de livros. Eu disse:
– Estudas tudo isso?
– Não, são livros de leitura, não de estudos.  
Eu perguntei: “Tu gostas de ler?
E ele respondeu: “Muito. Eu tenho uma biblioteca enorme.” 
– Nossa, eu também adoro ler, mas não tenho biblioteca. 
– Se quiser, eu posso te emprestar livros. Quer?
– Quero, eu sou a Ana. 
– Vamos aqui em casa, você pode escolher  o que quiseres pra ler. 

Quando entramos, havia uma senhora sentada na sala, vendo TV. E ele disse: “Oi, vovó, essa é a Ana, nossa vizinha. Ela vai entrar para ver a minha biblioteca.” 
– Seja bem vinda, Ana, fique à vontade. – ela disse.  
Fomos para o quarto dele, onde ficava a biblioteca. Uma parede inteira de livros, todos arrumadinhos, organizados. 
– Olha, nunca pensei que fosse assim! Achei que eram alguns livros, e só. – eu comentei.  
Ele sorriu, todo desconfiado, ajeitou os óculos e disse: “pode escolher o que quiser pra ler, tem livro sobre tudo.” 
– Acho melhor tu me dizeres um bom aí, que já tenhas lido e que sabes que é bom. 
Ele escolhei uns livros lá e me deu, dizendo que eram bons. 
– Não, quero só um, depois eu pego os outros. 
– Então leva esse aqui. 

No quarto tinha uma mesa, e em cima da mesa tinha um livro: “Eram os Deuses Astronautas?” de Erich von Däniken. Ao ver o livro, lembrei da minha tia, e falei pra ele: “Tu tens esse livro? Já lestes?” 
.”, ele disse.
– Então me empresta esse?”
Pode pegar”, ele falou. 
E esse outro grandão aqui?” perguntei. 
– Este é a Bíblia. 
– Tu estas lendo?
– Estava procurando umas passagens que mencionem aparições de naves voadoras, chamas, vimanas, carruagens de fogo, essas coisas. 
– Tu gostas desses assuntos?
– Porque? Tu gostas?
– Eu adoro olhar o céu e lembrar das histórias que a minha tia me contava lá em Belém.
– Ah, é? Que histórias?

Aí eu falei dos extraterrestres vindos de Capela, e começamos uma longa conversa sobre ETs. 
A avó deles trouxe lanche pra nós. A partir desse dia, nossas conversas eram constantes. 
A avó e a mãe dele gostaram muito de mim, porque eu fazia o menino falar, sorrir, sair de casa. Elas me agradeciam por eu ter me tornado amiga dele. 
No dia que ele saiu pra ir buscar pão lá embaixo, na padaria, a mãe dele me contou que ele era adotado. Foi adotado já crescidinho. Sempre fora assim, calado, tímido, vivia dentro do quarto lendo, não tinha amigos, não falava com ninguém, vivia isolado. Mesmo em casa, ele era de difícil comunicação com eles. O pai dele viajava muito, era aviador, e a mãe disse que gostaria de ver ele se entrosar conosco, porque éramos uma turma alegre, de jovens, e ele bem que podia fazer parte dessa turma.

No sábado nós sempre nos reuníamos, cada vez na casa de um. Fazíamos suco, ponche, sanduíche, pastel, cada um fazia uma coisa para reunião. Nós ouvíamos música, dançávamos, nos divertíamos. E nesse sábado, eu decidi convida-lo para participar da nossa reunião, que neste dia era na minha casa. O pessoal chegou e eu disse pra Marília: “vou buscar o meu amigo do lado pra vir na reunião.” A Marília perguntou, “que amigo?” Eu respondi: “aquele cara caladão que não fala com ninguém, sabe? Pois comigo ele fala, somos amigos.” 
A Marília perguntou: “De onde ele é?”
– Aqui da casa do lado, tu que mostrastes ele, lembra? 
E a Marília, admirada: “Eu? Fui eu?!? Não conheço cara nenhum que mora aí do lado... Não mora ninguém aí nessa casa. Ela está sozinha desde que nos mudamos pra cá.” 
E eu: “O que? Ah, Marília, deixa de graça! Vamos lá!”
– Não tem ninguém aí, Ana. 
– Marília, mora um cara ali com a avó, a mãe, o pai é piloto. Ele passava por aqui todo dia, chegando da aula, e tu me mostrastes ele, não te lembras?
E ela me olhando, disse: “Tu sonhastes.” 
Aí eu saí, e fui lá na casa. Estava toda fechada. Voltei. 
– Acho que eles saíram... 
A Marília: “Tu és teimosa, eu já disse, essa casa está fechada há muito tempo.

Não insisti mais com ela. 

Eu nunca entendi o que foi isso, só sei que nunca mais vi ninguém ali naquela casa. Todo dia de noite, eu olhava pra lá, e estava sempre fechada e escura. Nunca me lembro de visto luz lá, aparecendo, realmente. Mas lá dentro, quando eu entrava, tinha luz, tinha gente.

Nunca mais vi o rapazinho chamado Juarez. Mas o livro “Eram os Deuses Astronautas?” está comigo, pra confirmar que eu estive lá.

Isso me marcou muito. Desde então, eu me afastei das pessoas. Comecei a ler tudo sobre OVNIs, ETS, a Bíblia e tudo o que podia, sempre sobre os fenômenos e aparições. Me tornei uma estudiosa desses assuntos e pesquiso tudo.  Nunca vi um disco voador, mas já tive muitas coisas esquisitas acontecendo comigo. Minhas conversa com esse rapazinho, foram muito boas, ele sabia muito sobre isso.  

LENDO

Hoje, lendo um artigo sobre roupas inteligentes que já estão em testes no nosso mundo, me lembrei do macacão prateado da Etnéia, e das coisas que ela disse sobre isso. A vestimenta serve para protegê-la de tudo: fenômenos atmosféricos, estabilidade e manutenção da temperatura corporal. Seja lá qual for o ambiente em que ela se encontre, o corpo dela, o organismo, não sofre alterações. Ela também fica protegida do contato com a energia da nave, quando ela se conecta a nave para dirigi-la. Quando a mente dela se acopla (conecta) à nave, o macacão fica todo eletrificado, mas ela não sente nada, está isolada de tudo e até mesmo de qualquer radiação.  Através dele, ela se torna uma peça da nave, para fazê-la funcionar. 

O macacão ainda produz uma luminescência, o que a ajuda a se locomover na total escuridão. Há registros por aí de seres luminosos que as pessoas veem nas matas, estradas e em lugares ermos. Vocês já ouviram falar sobre isso? Sobre pessoas totalmente iluminadas, envoltas em uma luz fosforescente, às vezes verde e em outras como se fosse a luz de uma lâmpada florescente, só que fosca, embaçada, não se vendo a criatura, só a silhueta iluminada. 

Então, essas roupas, chamadas “roupas inteligentes”, porque interagem com quem as usam, estão sendo desenvolvidas no laboratório de um instituto de pesquisas canadense, que já desenhou e fez uma jaqueta que emite luz através do calor do nosso corpo. Já tem a jaqueta pronta, mas só em 2020 elas serão lançadas no mercado. 

E eu te pergunto: eles estão ou não estão aqui entre nós, ensinando? De onde o homem da Terra copia essas coisas, essas ideias? São eles que estão entre nós, sempre estiveram, através de nossos cientistas e gênios da humanidade. Por isso a ciência ignora os avistamentos, para não falar a verdade, e desmentem tudo. Mas eles sabem quem são, e onde estão cada um deles. Já existem roupas entre nós que mudam de cor, conforme a temperatura do corpo de quem usa. Por enquanto, nos testes, eles ainda usam monitores sensoriais, embutidos na roupa. O macacão da Etnéia não tem sensores, é o próprio tecido através da energia e calor do corpo dela que faz isso.


Programe-se


Em 2015, tivemos eclipses solares e lunares, chuvas de meteoros, alvorecer em Ceres, conjunções impressionantes de planetas, a sonda New Horizons fotografando Plutão de perto, muitas fotografias de Marte... Perdeu muitos destes eventos? Então anote logo o que está para acontecer em 2016 e se organize, se programe. Assim, tudo o que você quiser ver, presenciar, vai dar certo, contanto que você se organize.

Em JANEIRO (dias 3 e 4) uma chuva de meteoros poderá ser observada de um local bastante escuro e depois da meia-noite. O ápice levará à queda de 40 meteoros por segundo.
Em MARÇO, Júpiter estará mais próximo da Terra e sua superfície completamente iluminada pelo Sol. Tente fotografar Júpiter no dia 08. No dia 9 haverá eclipses, mas só pra quem está na Indonésia e ilhas do Pacífico, norte da Austrália e sudeste da Ásia Em ABRIL, mais uma chuva de meteoros (dias 21 e 22). No entanto, a lua cheia talvez possa atrapalhar a visualização. Ainda assim, serão as Lirídeas (da constelação de Lira), as mais famosas e antigas já registradas.
Em MAIO, rara movimentação de Mercúrio acontecerá no dia 9. O chamado ‘Trânsito de Mercúrio’ só acontece 13 ou 14 vezes a cada cem anos e pode ser visto com um telescópio simples. No dia 22 é vez de ver Marte mais de perto. O planeta terá sua maior aproximação da Terra e será completamente iluminado pelo sol.
Em JUNHO, (dia 3) é vez de Saturno aproximar-se de nós. Já a sonda Juno, uma das mais esperadas do ano deve chegar a Júpiter no dia 4, onde permanecerá até outubro de 2017 em órbita.
Em AGOSTO, acontecerá a maior chuva de meteoros do ano! O pico será entre os dias 13 e 14. Preferencialmente, procure um local longe das luzes da cidade. A chuva poderá ser vista com olhares voltados para o nordeste.
SETEMBRO trará mais um eclipse solar, desta vez será possível ser visto apenas da África Central e alguns locais do Oceano Índico, no dia 1. Além disso, se você avistar um ponto azulado no céu, é possível que seja Netuno próximo à Terra.
Em OUTUBRO, a chuva de meteoros terá o auge no dia 21, apesar de ser bastante irregular. Uma melhor visualização pode ser obtida a partir do Leste, sempre após a meia noite.
NOVEMBRO tem a chuva de Leonídeo, que deve atingir o céu entre os dias 17 e 18. Para tentar ver estes meteoros, procure a constelação de Leão.

IMPORTANTE: estão comentando que haverá o primeiro contato entre humanos e extraterrestres agora em 2016. Não recebemos nenhum comunicado sobre isso, portanto, para nós, a notícia não é oficial. 


segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Poderes.



Outro dia assisti o filme “Lucy”. Vi por recomendação de amigos, que me disseram que eu ira gostar, só não disseram por que. Mas eu descobri.
Ela é meio Etnéia. A Etnéia também é capaz de levantar coisas com um simples gesto de mão, e até mesmo pessoas. 


Acho que ela usa bem mais do que 40 % do seu cérebro, chegando aos 80% mais ou menos. Ela é capaz de ver e ouvir coisas, não importando a distância. Dirige sua nave com o pensamento, dando a ela todas as direções e comandos, só com o pensamento e a vontade. Existem pessoas na Terra, com um bom potencial mental, capazes de fazer essas coisas, como telepatia, clarividência, clariaudiência e até mesmo manipular pessoas mentalmente, fazendo-as ter as atitudes que querem, e até mesmo eliminando-as só pensando o que querem que aconteça a elas. Isso foi abordado em um filme chamado “Scanners, sua mente pode destruir”(1981). Eles falam do uso de uma droga potente que desperta esses chamados poderes, que nada mais são do que potenciais nossos, que com o aprendizado correto, podemos acionar e usar. É preciso conhecimento, exercícios e controle. Houve um tempo que já nascíamos com essas capacidades afloradas, mas hoje isso é extremamente raro, pois foi exatamente isso que os deuses tiraram de nós. Nos tiraram esse conhecimento e o tornaram oculto, mas ele ainda está dentro de nós, à disposição daqueles que o descobrem e usam na medida certa. 

Se o homem, maluco do jeito que é, sem poder nenhum, já faz atrocidades, imagina podendo? Coitado do Universo. Por ter desobedecido as regras e despertado em nós em nós o poder ambicioso de sermos iguais ao deuses e poder confrontá-los, foi que Enki nos tirou todos os direitos. Ele tirou o controle, a reponsabilidade, assim como a humildade de nós, e nos fez ambiciosos, hostis e invejosos -- como ele era, por não ser como nós, igual aos deuses. Isso nos prejudicou. 


No entanto, duas coisas diferem a Etnéia da Lucy: a Etnéia não precisa de nenhuma droga para despertar seus poderes, como a Lucy do filme precisou. Isso é normal nela. Ela despertou naturalmente suas capacidades, e treinou para dominá-las. A outra diferença é que a Etnéia acha que não é preciso toda essa matança que a Lucy faz no filme. Afastá-los e fazer esquecer o momento, é o suficiente. Não precisa matar ninguém, porque eles não têm a mesma capacidade que ela de lutar de igual pra igual para se defender. E é exatamente isso que você precisa pra ter ao seu dispor esses poderes e ser como os deuses: controle, responsabilidade, humildade, disciplina, serenidade. Isso significa domínio e é o domínio que nos tira a agressividade e nos dá a razão e a justiça. Devemos dominar os nossos sentimentos e ações, pois movidos pelos sentimentos nós só erramos e cometemos atos impensados. Com domínio sobre nossos impulsos, nós não erramos e saberemos sempre a atitude certa a tomar – assistam aos filmes Lucy e Scanners. Vale a pena.

Conectados



Comentei com a Etnéia sobre os artigos que li em uma revista de ufologia, sobre raças extraterrestres. Os textos falam de seres grandes como lagartos, vindos do sistema de Capela. A Etnéia falou que deve ter sido engano, que esses seres são de Zeta Reticuli, que os de Capela são humanos como nós. 


Conferimos juntas as revistas, e ela me mostrou os pontos da reportagem com os quais ela concorda e que estão certos:

I – Que eles, nossos amigos ETs estão preocupados com o nosso comportamento atual e com nossas armas nucleares, que põe em risco a segurança do Universo.
II - O crescente controle que os greys vêm ganhando sobre os nossos governos.
III – Os greys sabem como nos hipnotizar telepaticamente, manipulando os níveis reptilianos do nosso cérebro.
IV – que a nossa consciência é a arma de defesa mais potente que temos contra eles. Mudando o nível de consciência de pensamento linear para a consciência multidimensional, nos livramos deles.
V – que eles realmente têm tecnologia para tirar o nosso planeta da sua órbita.

(Artigo da Revista UFO ed. 225 Agosto 2015 que fala sobre raças extraterrestres.)

Dá pra perceber como são destruidores e mal intencionados os greys. Precisamos estar atentos ao que acontece. Coisa que, aliás, está cada dia mais difícil no mundo de hoje, com essa loucura tecnológica que mantém todo mundo de olhos fixos nas telas azuis da TV, computador, leptop, tablet, celular.  
Estão todos alienados, hipnotizados, encantados, e vão morrer assim, conectados, sem nem saber de nada. Isso é triste. 



Raças

Gostei muito da reportagem da revista sobre rapas, que eles denominam espécies. Eles falam, de 9 espécies e de suas atuações em contato conosco. A Etnéia nos falou de seis:

- pleiadianos
- sirianos
- capelinos
- andromedanos
- zeta reticulianos
-greys. 

AS 4 PRIMEIRAS RAÇAS nos visitam e têm  DESCENDENTES AQUI NA TERRA.

E as duas últimas moram aqui no interior do nosso planeta, e mantêm controle sobre nossos governos e, portanto, sobre nós que vivemos sobre regras governamentais. Isso, dito por ela.

Na revista, como eu já disse, eles falam sobre 9 espécie e explicam o que cada uma delas faz. A Etnéia também já nos falou dos arcturianos, oranianos, plutonianos e marcianos. Além dos conhecidos Annunakis. 

Leiam a revista, vale a pena conhece-los.

Imaginação?...



Tenho contado minhas histórias aqui pra vocês, pra que vejam que podem acontecer conosco coisas que nós não sabemos explicar. Só porque não sabemos explicar, não significa que não aconteceu nada. 

Sei que não sou a única, muitas outras pessoas também têm essas experiências e acontecimentos assim em suas vidas. A última coisa sem explicação que me aconteceu e que me levou a escrever esse blog, foi a Etnéia. 
Não sei explicar quem ou o que ela é... Sei o que ela me diz a respeito dela - que ela me conta - e eu acredito. Contatos assim são quase normais entre nós e estão acontecendo todo dia por aí. As pessoas são discretas em relação a tais contatos, não revelam isso pra todo mundo, para evitar exposição desnecessária e também por medo do ridículo, receio de serem tachadas de doidas. Então se calam. Por isso não sabemos ao certo sobre a maioria do que ocorre por aí, pois quase ninguém pode falar sobre suas experiências. 
Alguns estudiosos desses assuntos acham que tudo isso é coisa da nossa mente, é imaginação. Pode até ser, mas que é um fato bem real, é. E depois, uma imaginação repetida, em situações diferentes, envolvendo pessoas distantes, que nem se conhecem e passam pelas mesmas coisas... Isso é bem esquisito pra ser só imaginação. Vocês não acham?
Eu tive experiências que, tenho certeza, não foi imaginação. São maluquices, essas experiências? Idiotice? Pra mim, achar que somos os únicos seres existentes no Universo, isso sim é maluquice. É idiotice negar a existência de ETs. Porque em um espaço infinito como é o cosmo, só nós existimos? Agora eu faço como a minha amiga Etnéia: “ah, dá licença, terráqueos!