Eu estava assim arrasada, e a Etnéia veio e disse:
- Ainda podemos recuperar o nosso prestígio e dar uma notícia
que interessa a eles. Perdemos essa chance mas ainda temos uma boa para nos
recuperarmos.
- O quê?
- Lembras como eu contei que nós fazemos parte da nave e que
conectamos a nossa energia à ela?
- Lembro.
- Entra aí em: "UFO,
a Selenita, a verdade vindo à tona."
E eu acessei o vídeo. Entrem vocês também para acompanhar a explicação. Parem aí no
rosto dela. Ela me perguntou:
- Está lembrando-se desse aparelho no rosto dela?
- Estou.
- Cadê o que tu desenhastes, quando eu lhe falei sobre isso
pela primeira vez?
Peguei o caderno e abri na nota que tomei sobre isso no dia
em que ela me disse, o desenho estava parecido mesmo. Eu desenhei algo bem parecido
com o que ela me descreveu. Sim, era o aparelho, eu falei, mas e aí? Já está na
internet também.
- Nem tudo. Eles até hoje não sabem o que é isso. Eles julgam
que seja para algum ritual de morte, mas não é. Então entra com o
esclarecimento, diz o quer é e para o que serve isso. Presta bem atenção que até
falta uma parte que não está na figura do vídeo. Olhei, olhei e vi que estava
faltando uma coisa mesmo: o fio.
Aqui vai a foto das anotações daquele dia... Fatídico agosto.
Desenhei e anotei tudo o que ele me disse. Vejam.
Como está confusa a anotação, eu vou descrever pra vocês aqui. Olhem, eu desenho muito mal, mas dá pra ver. Então, isso é um conector. O conector é um aparelho que é colocado no rosto deles para pilotar a nave. Ele é uma ponte de diodo. Ele é colocado no rosto, em contato direto com o chakra frontal - o terceiro olho - olhos e boca. O fio que passa por cima da cabeça, por dentro de uma haste, possibilita ele ficar firme no lugar, e esse fio é ligado à nave. Já foi dito aqui que eles usam a energia deles para interagir com a nave. É por esse aparelho que isso acontece. Através dele eles ficam conectados com a energia da nave. Quem pilota a nave é ela, a Etnéia, e por aí por esse aparelho, a mente dela é conectada ao cérebro da nave, por aí vão os comandos, é por aí que eles são dados - da mente dela para o computador cérebro da nave. E ela dirige a nave pra onde ela quiser ir. Tudo é mental. Todos os comandos são dados pela mente dela, energia mental em forma pensamento. Dizem que não há força maior do que um pensamento bem elaborado. E ela explicou porque usam o aparelho. Os outros dois rapazes usam aparelhos diferentes, que recebem os comandos da Etnéia: são os co-pilotos auxiliares da comandante. Porque ela usa esse aparelho?
Vejam a explicação que ela deu.
- A metade direita do cérebro corresponde ao lado direto do
corpo. A metade esquerda do cérebro corresponde ao lado direito do corpo. A
frente da cabeça (o rosto) é elétrica. Atrás da cabeça é magnético. O lado
direito da cabeça é magnético, e o lado esquerdo da cabeça é elétrico. O interior da cabeça é elétrico.
Somos capazes de acionar e bloquear qualquer outro circuito
elétrico. A eletricidade do nosso corpo tem a potência de um raio. Um macacão
que usamos bloqueia as descargas elétricas ao nosso redor, nos protege. Já
falamos sobre o macacão aqui. O terceiro olho é a mente-cérebro em
funcionamento. Eu e a nave nos tornamos uma coisa só. Eu, uma vez conectada, me
torno uma peça da nave pra ela entrar em funcionamento. É como com os carros de
vocês: pra funcionar eles precisam de uma chave pra ligar e de vocês pra
dirigir. Se você não estiver lá para dirigir, ele não funciona, então você faz
parte do seu carro pra ele funcionar. Assim sou eu com a nave, só que ela usa a
minha energia, unida à dela, pra funcionar. Já o seu carro funciona com o motor
dele. Então, ligada à nave, eu a coloco para funcionar. Eu sou a chave do
sistema, eu acelero e desacelero a nave mentalmente. Sou a parte elétrica, a
corrente alternativa, para que a nave entre em funcionamento. Ela tem a parte
elétrica, mas a sua velocidade é a velocidade do meu pensamento. Entenderam?
Sou eu no comando, ela só me obedece.
Eu expliquei a ela que é difícil pra nós alcançarmos isso,
parece impossível a nós que essa mecânica tão fantástica deles seja explicada
assim, simplesmente. Mas é assim como ela diz, tudo é muito simples, o bicho-de-sete-cabeças
quem faz são vocês.
Por isso vocês têm tanta dificuldade nas coisas mais simples.
Vocês complicam tudo.
Ela mostrou o aparelho desenhado por mim. Essa é a parte do
3º olho. Você pode ver, na parte de cima ai do vídeo, não tem isso, a haste que
contém o fio que me liga à nave, nesse aparelho do vídeo falta o fio. Não tem o
fio passando pela testa, saindo do 3º olho, indo pra parte de trás da cabeça,
dentro da haste que vai até a altura da nuca. A parte magnética da cabeça. Do
chakra frontal, saem dois tubos que vão para os olhos, são as conexões, e dos
olhos saem outros tubos para a boca. Pequenos e finos tubos metálicos, por onde
passa a minha corrente para a nave. Presta atenção no nosso desenho. Nas pontas
desses tubos finos têm pequenas esferas, são microfones.
Por aí, com os olhos através da visão comum e periférica, eu
guio a nave. Oriento o caminho que ela vai tomar, a visão emite uma vibração
pelos canais lacrimais onde ficam os terminais dos tubos, e os pequenos microfones
enviam essas vibrações para o cérebro da nave, para o sensor de direção. Eles
enviam a imagem dos meus olhos para a nave, conduzindo-as nos seus caminhos. A
boca é o som. Por aí dou os comandos pra subir, descer, parar, direita,
desviar, esquerda, voltar e ir em frente. Dou os graus à direita e esquerda,
enfim, eu falo e a nave faz. É o comando e a estabilidade do veículo, não
preciso manobrar nada, a nave faz tudo sozinha pelo meu comando. Eu sou a ação,
ela é o veículo, é o som que comanda as funções. Para acelerar, digo “celeron”; para descer, uso “desin”; para parar totalmente, “decenin”
e outros. Costumamos visualizar os
caminhos conhecidos.
Sabe o que é visualizar? É transformar o abstrato em imagens
mentalmente visíveis, transformar em real o que não é concreto. A visualização
cria e dá vida aos pensamentos. Por aí mostramos o caminho à nave. A conexão
pineal - 3º olho, é o nosso senso de direção, aí estão também todos os nossos
potenciais. Superouvidos, visão de raios-X, telepatia que é a transmissão de
pensamento de uma mente para outra... Eu sou a alavanca na nave, o centro de
controle e a direção dela. Entre a pineal-epífise e a pituitária-hipófise,
existe um canal muito sutil, é a nossa visão sensorial, resultante dessa
conexão. Quando estamos usando o aparelho conector, estamos usando a pineal e a
pituitária como ponte.
Quando estamos usando o aparelho conector, estamos usando a
pineal e a pituitária como ponte. A pineal não é uma glândula, é um corpo.
Corpo pineal, corpo sensorial. Ela está situada na parte posterior do cérebro,
rodeada por uma fina areia muito importante: cristais. E tem a cor vermelha
acinzentada. Seu tamanho e formato é um de caroço de azeitona. Já a pituitária,
é como um grão de ervilha, e está dividida em 3 lóbulos.
Então, o aparelho usado pela Selenita, é pra isso que serve.
Ele é um dispositivo de comando. Não é um aparelho ritualístico para um ritual
de morte, como pensam. É um instrumento de voo. Eu uso um desses para dirigir a
minha nave. Eu sou o comando, eu piloto a minha própria nave.
Ela explica as coisas de um jeito muito fácil, assim, fazendo
comparações com coisas conhecidas nossas e isso facilita o entendimento. O
aparelho a princípio parece machucar, mas não machuca. Ela falou que ele só encosta,
não faz nem pressão. Ele é ajustado para cada um. Para cada cabeça é um tamanho
próprio. Vocês podem ver aí pelo vídeo que a selenita também usa um macacão
metálico já mencionado pela Etnéia, aqui no Blog. Por baixo da roupa dela se pode
ver o macacão que ela usa. O macacão, já sabemos, conduz a energia e os protege,
agora comparem as feições dela com as de Dolores Barrios. O que acham disso? A
Etnéia é assim também, elas já são 3 agora. A Monalisa: essa aí encontrada na
Lua, Dolores Barrios e Etneia. Se compararmos elas pertencem ao mesmo tipo,
mesma linhagem.
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