domingo, 13 de janeiro de 2013

Relatos

Assim é o ser humano: traidor, mesquinho, egoísta, hostil. Aquelas pessoas decepcionadas com a crueldade, a insegurança, a criminalidade que reina no nosso planeta, não quiseram mais voltar à Terra. 

E mais uma vez, na amplidão do Universo soou o alerta vermelho contra a Terra: 


o Planeta Azul, lindíssimo, de natureza exuberante e homens primitivos e irracionais, a vergonha do universo. 

Quando será que vai deixar de soar no universo o alerta vermelho contra a Terra, anunciando que mais um extraterrestre foi atacado? Quando o homem da Terra vai tomar consciência que somos todos irmãos?

Os vizinhos de João e Glória estão inconformados em não saber como uma família inteira sumiu da noite para o dia, sem deixar vestígio. Só o que resta é a casa completa. Pai, mãe, filha e filho sumiram. E a esposa não entende porque o seu marido e a mãe dele foram de livre e espontânea vontade para a nave. E a mãe dos meninos vive hoje, muda, olhando o céu na esperança de ver o disco voador trazer seus filhos de volta. E o professor, os alunos iniciaram uma investigação para procurar desvendar a misteriosa história do seu desaparecimento.
Quando o homem da Terra vai criar juízo? Se conscientizar que os irmãos distantes merecem ser bem recebidos? Quando ele vai resgatar esse elo e viver em paz entre eles e com eles, os que vêm aqui visitá-los. 


Os antigos recebiam bem os seus visitantes, porque hoje em dia não se tem mais essa naturalidade e se recebe tão mal quem vem lhe visitar?

Acorda, Homem da Terra! 

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