- Hoje cedo eu desci para ver os meninos
praticando kung fu. Aí o Pedro me chamou para fazer par com ele.
Eles ficaram admirados comigo, nunca imaginaram que eu estava assim, tão afiada. O Naldo chegou aqui e ficou surpreso também. Suei. Depois fomos tomar um banho de rio, apostamos nado livre os seis e eu ganhei. Na margem do rio, o Naldo torcia por mim e acabou escorregando e caindo na água, demos muitas risadas dele.
Eles ficaram admirados comigo, nunca imaginaram que eu estava assim, tão afiada. O Naldo chegou aqui e ficou surpreso também. Suei. Depois fomos tomar um banho de rio, apostamos nado livre os seis e eu ganhei. Na margem do rio, o Naldo torcia por mim e acabou escorregando e caindo na água, demos muitas risadas dele.
Viemos para casa, tomei um banho, me
troquei. O Naldo tomou um banho também e vestiu uma roupa minha, isso era tudo
o que ele queria. Fiz meu suco preferido, um mix de caju, acerola, abacaxi,
manga, uva, goiaba e maracujá. Servi o meu copo e o do Naldo e mandei a jarra lá
pra cima, para os rapazes tomarem também. Enquanto eu e o Naldo tomávamos, ele
disse:
- Os primeiros seres a virem pra cá
foram os de Sirius, Orion, Plêiades, Ophiuchus, Cassiopéia, Andrômeda, Plutão.
Os plutonianos dominaram tudo - os plutonianos são parecidos com o "Darth Vader", se vestiam sempre de preto. Eles começaram as experiências genéticas a fim de obter o homem local. Os orianos então se uniram aos sirianos na tentativa de impedir os avanços dos plutonianos na criação da criatura. Eles foram os primeiros a tentar criar a raça humana. Eles foram os fundadores da Atlântida. Eles então entraram em conflito e as raças que estavam aqui foram destruídas por uma guerra atômica.
Tempos depois começou tudo de novo: os Anunakis vieram pra cá, quando eles chegaram aqui a Terra estava quase toda coberta de gelo ainda, eles então construíram ogivas termonucleares e colocaram de maneira que captassem o calor e desgelaram parte da área que estava encoberta de gelo. Isso antes do deslocamento do eixo da Terra.
Os plutonianos dominaram tudo - os plutonianos são parecidos com o "Darth Vader", se vestiam sempre de preto. Eles começaram as experiências genéticas a fim de obter o homem local. Os orianos então se uniram aos sirianos na tentativa de impedir os avanços dos plutonianos na criação da criatura. Eles foram os primeiros a tentar criar a raça humana. Eles foram os fundadores da Atlântida. Eles então entraram em conflito e as raças que estavam aqui foram destruídas por uma guerra atômica.
Tempos depois começou tudo de novo: os Anunakis vieram pra cá, quando eles chegaram aqui a Terra estava quase toda coberta de gelo ainda, eles então construíram ogivas termonucleares e colocaram de maneira que captassem o calor e desgelaram parte da área que estava encoberta de gelo. Isso antes do deslocamento do eixo da Terra.
- Nossa!
- Os Anunakis habitaram a Terra. Não
deixaram ninguém vir pra cá, só eles, e criaram então o Adam Kadmon, o homem
terrestre usando a engenharia genética deles, sendo Enki o responsável pelas
manipulações. Anos depois, não satisfeitos com o rumo que as coisas tinham
tomado, os Anunakis resolveram exterminar a humanidade. Enki, discordando da
decisão tomada por eles, resolveu salvar a semente da sua criação avisando Noé
(o mais puro e digno exemplar humano da época) com antecedência e instruindo-o
sobre como escapar do extermínio que viria. Noé não construiu a arca como
contam, ele foi com a sua família e os animais em uma nave espacial (Archan
Noe) - ArchadeNoe - e veio o dilúvio e com ele o deslocamento do eixo da terra.
Após o dilúvio, quando as águas baixaram havia um grande objeto piramidal
apoiado no monte Sinai e não no monte Ararate como foi dito. Eles pousaram no
monte Sinai assim que puderam voltar a Terra.
O monte Sinai foi a base dos Anunakis
de volta à Terra, após o dilúvio, e a partir daí, da família de Noé, e da fauna
e flora, preservados em laboratório, repovoaram o planeta. Essa foi a segunda
vez que a humanidade foi destruída. Nova geração foi criada, e a entrada de
outras civilizações foi permitida. Deram abertura para inteligências
extraterrestres e exploradores galácticos virem pra cá. Nós chegamos aqui
depois do dilúvio e daí dessa união com o Homem da Terra nós geramos nossa descendência
de terráqueos. Dessa abertura para colonizadores surgiram as raças de hoje (O
Naldo nem piscava ouvindo isso).
Eles contam que Capella só mandou os
seus desertores pra cá, isso não é real, não sei por que nos tratam assim.
Todos somos colonizadores do planeta, cada um contribuindo para a criação e evolução
da humanidade. Dessa maneira, observando as diversas culturas das raças da
Terra, podemos ver as diferenças entre elas, cada uma adquiriu um modo de seus
criadores. Observando as diferenças raciais entre os povos, seus costumes de
vida, sabemos que não descendem de uma mesma raiz, mas de várias.
- Isso é muito legal.
- Se olhares o mapa do céu, então tu vais ver que é um caminho. Capella, Plêiades, Orion, Sirius, Cassiopéia, Andrômeda e Ophiuchus, são todas constelações próximas umas das outras e algumas até com estrelas compartilhadas. Esse é o caminho que eu conheço. Fui pegar o mapa do céu e mostrei para ele, dizendo:
- Se olhares o mapa do céu, então tu vais ver que é um caminho. Capella, Plêiades, Orion, Sirius, Cassiopéia, Andrômeda e Ophiuchus, são todas constelações próximas umas das outras e algumas até com estrelas compartilhadas. Esse é o caminho que eu conheço. Fui pegar o mapa do céu e mostrei para ele, dizendo:
- Da mistura de todo esse pessoal que
veio pra cá surgiu a humanidade. Nós tentamos ensinar a vocês desenvolverem os
seus potenciais, mas vocês preferiram trocar vidas humanas por tecnologia e
fazer máquinas para substituir seus potenciais (é isso que eles fazem,
constroem máquinas para fazer para eles o que eles não podem, por não terem
poderes mentais, eles tem armas, tecnologia e nada de poderes naturais). Tudo
deles é artificial, é manipulação do meio, como fazem os humanos.
- Mas tecnologia é progresso.
- Realmente, é muito mais fácil a
máquina fazer tudo por você, mas lembre-se a máquina falha nós não. E agora,
mais uma vez, a humanidade não correspondeu ao seu criador. Perdeu-se no
caminho e outra vez se aproxima uma catástrofe natural, um desastre ecológico
provocado pelo homem. Se a Terra estivesse bem cuidada e sadia, haveria uma maneira
de interferir nos acontecimentos atuais, mas o homem está matando a Terra, ela
está agonizando e quem criou a humanidade está decepcionado outra vez. Ainda
não convocou ninguém para guiar os passos dela e conduzi-la nos dias que virão.
Quem sabe o que vai ocorrer já está se precavendo e se organizando para
sobreviver.
- E o que fazer?
- Até agora nada foi decidido. Nós
vamos sair daqui e ficar em observação em uma distância segura em nossas naves,
e no momento certo agiremos, porque algumas pessoas merecem ser salvas, outras
tem que ser exterminadas mesmo.
Fomos almoçar. Eu não costumo
almoçar, mas como o Naldo estava comigo, coloquei uns nuggets no forninho e
lavei umas folhas de salada, cortei tomates, cebolas e ralei cenouras e beterrabas.
Forrei o chão coloquei as travessas em cima. Naldo pegou os pratos, talheres,
copos, água e sentamos. Chamei os rapazes pra comer, eles desceram e sentaram,
- Tu falastes que vocês não comem
carne e fez nuguets.
- Isso é feito de milho, prova! (ele
pegou um, mordeu, levantou a sobrancelha).
- Hummm, delícia! (os rapazes riram).
Cada um se serviu com seu prato na mão, segurando com uma e comendo com a
outra. Naldo largou o garfo e fez igual a nós, comeu com a mão.
- Vocês deram origem a que raça aqui
na Terra?
- Aos faraós e logicamente aos atuais
egípcios.
- O que aconteceu aos faraós?
- Foram expulsos da Terra, assim como
os Maias e largaram suas cidades e voltaram para casa.
- Quem expulsou eles?
- O governo da época – respondeu Andrew.
- Por que? – quis saber Naldo?
- Desobediência. Começaram a não
obedecer mais. Criaram um Deus único e eles queriam que rendêssemos homenagem a
eles, os criadores, e tivemos que sair fora.
Atanásio acrescentou:
- É, mas voltamos escondidos e nos
infiltramos de novo no meio do povo.
- Tu és americana, Etnéia?
- Não, eu sou Capelliana, me criei
aqui na Terra.
- Nós somos capelianos. – Disse o
Astor.
E o Pedro: - Eu sou pleiadiano criado
em Capella.
- Estas vendo a importância da nossa
reunião aqui, Naldo? - Perguntei a ele.
- Mundos diferentes reunidos. Por que com os homens não podem ser assim? Por
que os terráqueos tem que nos atacar quando veem nossas naves?
- Porque são burros. Vocês são muito
legais. Eu espero não estar sonhando isso.
- Não, é real. – Eu respondi ao
Naldo. - Meu sonho era poder realizar uma reunião universal assim como essa
aqui, agora.
- Conta mais! Os marcianos existem?
- Sim, e há muitos deles aqui na
Terra misturados a vocês.
- Há mistura de todos. – Completou Atagildo.
- Aqui, a Etnéia é misturada, é uma híbridra terrestre com capelliano, eu sou
puro capelliano, o Astor é híbrido terráqueo com marciano e se criou em Capella,
o Andrew é Oraniano híbrido de Capella, o Pedro é Pleiadiano puro criado em
Capella e o Atanásio também é híbrido Capelliano com Siriano.
- Nossa! E são todos amigos.
- Sim... Só o homem da Terra não
aceita os estelares. – Eu disse. - No entanto ele também é um híbrido, é filho
das estrelas, das diversas raças planetárias.
Acabando o almoço fui pegar frutas na
geladeira, coloquei em uma cesta e levei para nossa mesa.
O Astor comentou:
- Os marcianos falam espanhol e deram
origem a maioria das raças latino americanas.
- É, os pleiadianos ficaram ali pela
Suíça, Suécia, Finlândia. São os brancos, altos, louros. Os “bonitões” – disse Atagildo.
- Os africanos são de Órion. Os Dogons, são sirianos.
– completou Andrew.
Naldo pegou uma das nossas frutas,
perguntou:
- O que é isso? Nunca vi isso.
- Come. – eu disse a ele.
Ele mordeu.
- Hummm, macio, docinho. Delícia! O
que é?
Foi o Pedro quem explicou:
- Trata-se de Peco. É de lá das
Plêiades. O tio da Etnéia manda sempre pra ela.
- Nossa, que delícia. Não vou morrer,
não, comendo isso aqui, não é?
Rimos.
Eu brinquei:
- Depois que ele come é que vai
perguntar! Típico comportamento terráqueo. Primeiro eles fazem, depois procuram
saber o que foi...
Naldo concluiu:
- Nossa, um dia com vocês são dez
anos de vida. Quanta experiência eu estou tendo.
- És o primeiro terráqueo do grupo. –
Eu disse.
Atagildo tirou um botão do macacão
dele e colocou na camisa do Naldo, que já estava enxuta. Disse:
- Isso aqui é pra se comunicar
conosco, sempre que precisar. É só apertar e falar. Bem vindo ao grupo,
terráqueo.
Batemos palmas.
Eu disse:
- Que honra, hein? O Atagildo é o chefe
da nossa expedição aqui na Terra, e receber alguma coisa assim dele é um acontecimento
importantíssimo. A Galáxia toda vai ficar sabendo.
Naldo olhou o botão, todo orgulhoso.
- Testa pra ver. – sugeriu Andrew.
Naldo apertou, falou, e a voz dele saiu
em todos os nossos botões.
- Nossa, que maneiro! – disse,
animado.
Rimos.
Naldo declarou-se dizendo:
- Vocês são um acontecimento pra mim
que nunca pensei passar na minha vida.
- E vocês também, são um aprendizado
pra nós. – o Atagildo falou.
- Podem me estudar à vontade e
perguntar o que quiserem. Se eu souber, respondo. Se eu não souber, vou procurar
descobrir e digo.
- O mesmo dizemos nós. – disse Atagildo.
- Tu achas mesmo que vai acabar o
mundo, Etnéia? – O Naldo perguntou.
- Enquanto a humanidade não se libertar,
evoluir, e se tornar esclarecida, eles vão exterminar e começar tudo de novo
quantas vezes for preciso. – Respondi.
O almoço acabou. Os rapazes subiram.
O Naldo disse que iria pra casa também.
Na saída, ele viu o florete no canto, pendurado e perguntou:
- O que é isso?
- Um florete.
- Eu sei que é um florete. É teu?
- É. Eu luto esgrima, também sou
espadachim, samurai, pratico várias artes.
- É melhor eu ir embora daqui antes
que a guerreira ninja apareça!
Naldo foi pra casa dele e assim
acabou o nosso dia. Eram quatro horas da tarde já. Eu estava cansada e fui dormir.
Beijos.

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